Prisioneiros nascemos, prisioneiros desfalecemos e, enfim, vamos desaparecer. E é nessa pluralidade toda - no universo do desfalecer - que sentimentalizamos. No final das contas não se tem opção : resta-nos aguardar um futuro igual daquele, mais calejado. Ou esperar pelo diferente ? Sustentar-se de fantasias ? É melhor, mas estou farto. Atado estou...
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